E viva a modernidade!

Charge de Fred Ozanan
Hoje é o Dia da Árvore!
Mais do que comemorar, hoje é um dia de reflexão! Como ajudamos a preservar as árvores que nos proporcionam tantos benefícios?
"Árvore é sinônimo de vida", com sua sombra aconchegante, seus frutos e flores magníficos, ou com a sua importância fundamental para o progresso através do papel, as árvores estão presentes em nossas vidas desde as lembranças mais remotas de nossas infâncias.
Hoje, enxergamos por completo a importância das árvores na composição do meio ambiente e na manutenção da vida nesse planeta: protegendo o solo, nascentes de rios, lagoas e lagos; preservando a vida silvestre, das mais fechadas matas até o cerrado brasileiro; servido de berçário nos diversos quilômetros de mangue do litoral do país, etc.. Além disso, existe todo o aspecto funcional do bom uso das árvores, com a produção de móveis, utensílios domésticos, esculturas, embarcações e etc...
Então, quando se ajuda na derrubada de uma árvore, não estamos desprezando somente a vida de um vegetal; estamos contribuindo com a diminuição da nossa qualidade de vida, que só não será afetada, se colocarmos outra árvore no lugar da que foi derrubada.
O uso comercial da árvore é importante na produção de móveis, portas, pisos, papel, entre outras peças. Mas é importante compreendermos que o manejo desses recursos deve ser controlado, obedecendo leis que garantam a sustentabilidade do meio ambiente.
A árvore pode ser útil para nós, mas também é para toda a cadeia de seres vivos do planeta. Para cada ser, a árvore desempenha um papel fundamental como moradia, geradora de alimento ou até mesmo, como reguladora da temperatura.
A cada um de nós cabe esta função. É como uma casa: todos que moram devem ajudar a preservá-la.
Todo o progresso alcançado até hoje, somente foi possível graças ao uso deste nobre material natural: a árvore.
Porém, está na hora de recuperarmos o equilíbrio entre a vida e o progresso. Por isso, é de fundamental importância a conscientização e contribuição de todos.
Alga pode ajudar a eliminar radioatividade
Uma alga pode ser a chave para resolver problemas como o acidente nuclear de Fukushima, no Japão.
A alga Closterium moniliferum chamou a atenção da pesquisadora Minna Krejci, da Universidade de Northwestern, nos Estados Unidos, por sua habilidade de remover estrôncio da água, ao precipitá-lo na forma de cristais.
O isótopo estrôncio-90 é um dos elementos radioativos presentes em reatores nucleares. Por ter propriedades atômicas semelhantes ao cálcio, ele se aloja no lugar do cálcio como nos ossos e no sangue, causando câncer.
O estudo de Krejci teve como objetivo descobrir como a alga faz os cristais, pensando em melhorar o processo de seleção de estrôncio. Para conseguir um processo rápido e eficaz de limpeza da radioatividade com o uso da Closterium moniliferum, é importante que a alga não confunda o estrôncio com o cálcio, que é inofensivo para a saúde humana.
Os pesquisadores ainda não realizaram testes para saber se a alga sobrevive à radioatividade. Apesar disso, eles acreditam que mesmo que as algas não resistam por muito tempo será possível fazer a remoção do estrôncio. Segundo Krejci, o processo começa rápido: as célulares demoram de 30 minutos a uma hora para precipitar os cristais. Outra vantagem é que a cultura dessa alga é fácil, diz a pesquisadora.
Fonte: National Geographic Brasil - Foto: Giuseppe Vago/Creative Commons
Plásticos matam tartarugas marinhas
E a contagem só aumenta

Parecem peças de um mosaico colorido. Mas pedaços de plástico de diversos tamanhos e cores foram encontrados no estômago de uma jovem tartaruga marinha, que perdeu sua batalha contra a onda crescente da poluição. Ambientalistas acreditam que imagem ilustra o efeito mortal que nossa cultura vem exercendo sobre a vida marinha.
Tartarugas marinhas tem a confundir sacos de plástico com águas-vivas, um de seus alimentos prediletos, comenta o Daily Mail. O plástico trava o sistema digestivo, levando a uma lenta e agonizante morte por fome. Na última edição da Marine Turtle Newsletter, biólogos disseram em um estudo que 75% das tartarugas que examinaram haviam comidos restos de plástico. Uma delas tinha engolido quatro tipos de balão e um pedaço de carpete .
Pedaços de plástico podem causar danos internos fatais, perfurando órgãos e causando um bloqueio intestinal. Os autores do estudo, Colette Wabnitz da Universidade da Colúmbia Britânica, e Wallace Nichols, da Academia de Ciências da Califórnia, afirmaram: "Os corpos de quase todas as espécies marinhas, incluindo algumas das espécies mais vulneráveis e selvagens do planeta, que passam quase toda sua vida longe dos humanos, agora têm plástico em seus organismos. Mais de 260 espécies ingeriram algum tipo de plástico ou foram emaranhadas nele". No mundo todo, são produzidas 260 milhões de toneladas de plástico por ano - apenas meia tonelada foi produzida em 1950. Um bilhão de sacolas de plástico são distribuídas de graça todo dia, e uma entre três acaba no oceano. E, apesar dos alertas, supermercados britânicos distribuíram 5% a mais delas no ano passado que em 2009.
"As tartarugas marinhas passaram cem milhões de anos nadando em oceanos livres de poluição, e agora são o emblema triste dos impactos de nossa sociedade consusmista e das espécies em extinção", disse Nichols.
Isso é muito revoltante! Até quando nossos animais vão pagar pelas inconsequencias humanas? Até quando o egocentrismo dominará nossa sociedade? Talvez quando todos os animais estiverem extintos, inclusive os humanos!
Por isso pessoal, vocês assim como eu que adoram o sossego e a diversão das praias, vamos recolher nosso lixo, contruibuindo na preservação das praias e não seremos "assassinos" por dar comida feita de lixo aos animais.
Fonte: Planeta Sustentável - Foto: Cesarharada / Creative Commons
Interruptor em forma de fantasma ajuda a economizar luz
Essa criação do designer TIM Holley, chamada Tio Light System, muda de cor para mostrar por quando tempo a lâmpada está acesa
Quem é que nunca deixou a luz acesa mais tempo que o necessário que apague o primeiro interruptor.
Foi justamente para conscientizar as pessoas (e principalmenteas crianças) a não gastar energia elétrica demais que o designer Tim Holley criou o Tio Light System, um produto tão lúdico quanto educador.
Em forma de fantasma, o interruptor de parede vai mudando de cor à medida que o tempo passa, mostrando quanto tempo a lâmpada se manteve ligada. Uma forma de criar a responsabilidade ambiental das crianças desde cedo. E de forma divertida!
Fonte: Vida Simples
Você sabia?
Que:
- para se produzir um quilo de arroz, gastam-se 3 mil litros de água;
- um quilo de carne de boi, 15.500 litros de água;
- um litro de leite, mil litros de água e
- uma xícara de café, 140 litros de água?
Fonte: Planeta Sustentável
22 de março - Dia Mundial da Água
Hoje, 22 de março, é o Dia Mundial da Água, data para refletir sobre como consumimos o recurso do qual mais precisamos para viver e obter confortos modernos essenciais. Setenta por cento da face terrestre é coberta por água, mas por trás dessa abundância está uma verdade muitas vezes desconhecida: apenas 1% de todo esse enorme reservatório é próprio para o consumo humano. Do pequeno percentual que nos é disponível, a maior parte é destinada à agricultura e à indústria. Apenas 10% dele é utilizado pela população de forma direta e sua distribuição é bastante desigual. Segundo dados da ONU, existem 1 bilhão de pessoas no mundo que não dispõem de acesso a uma fonte de água e 3 bilhões que não têm acesso a água potável.
E o desperdício persiste. No Brasil, por exemplo, de cada 100 litros de água tratada, 40 litros em média são perdidos, seja por vazamentos, por roubo ou outros fatores, e em algumas cidades do país essas perdas chegam a 70%. Se forem mantidos os atuais níveis de consumo, estima-se que em 2050 dois quartos da humanidade viverão em regiões assoladas pela escassez de água. Para evitar esse futuro, é preciso repensar a relação que temos com o meio ambiente e com os nossos recursos naturais.
A OECD – Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento, divulgou um relatório preocupante sobre o uso da água no planeta, reportando que milhões de pessoas não tem acesso e muitas outras não estão com condições sanitárias adequadas.
Você sabia que mais de 1 bilhão de pessoas não tem acesso a água potável?
Você sabia que cerca de 2,6 bilhões de pessoas não possuem acesso a condições sanitárias básicas?
Você sabia que provendo água limpa à população é possível reduzir drasticamente as doenças e oferecer saúde digna aos acometidos?
Não é necessário nem dizer que tais medidas podem de outro lado liberar o tempo das pessoas para a Educação e também ajudar no crescimento da produtividade no trabalho.
Então neste dia tão importante, você assim como eu privilegiados de termos água em abundância em nossa residência e um saneamento de qualidade, vamos preservar esse bem tão precioso e ter a consciência de usá-la de modo racional, pois como vimos nem todos nem a mesma sorte que nós!
Pense nisso ;)
Em Bangladesh – Foto: Abir Abdullah/EPA
Chegam as garrafas PET super verdes
Pepsi lança produto renovável
O conteúdo contem substâncias químicas e não tem qualquer benefício para a saúde, mas pelo menos agora a garrafa fica mais verde. A PepsiCo anunciou o desenvolvimento do que diz ser a primeira garrafa de plástico PET do mundo feita inteiramente a partir de plantas.
A garrafa, que é 100% reciclável, é baseada no momento em matérias primas como grama, cascas de árvore e palha de milho, e a empresa tem intenção de estender o repertório de fontes renováveis com a inclusão de cascas de laranja, de batata e outros subprodutos de sua divisão de alimentos. A empresa afirma ter identificado métodos de criar uma estrutura molecular idêntica ao PET baseado em petróleo (terefitalato de polietileno). Uma produção piloto do material começará em 2012 e, se tudo correr bem, a empresa em seguida partirá para uma produção comercial de grande escala.
Como empresa global, a Pepsi diz estar em uma posição única para tirar bioprodutos de sua divisão de alimentos e usá-los para criar uma garrafa mais ambiental para seu setor de bebidas.
Entre suas outras bio-embalagens há um saquinho compostável para suas batatinhas, e a garrafa Eco-Fina, que a companhia diz ser a mais leve de seu tamanho nos EUA. Ela pesa apenas 10.9 gramas e usa 50% menos plástico que outro produto semelhante, o Aquafina, informa o Celsias.
Fonte: Planeta Sustentável - Foto: ©Pepsico / Divulgação
EUA investirá em asfalto solar
O Departamento de Transportes dos EUA anunciou que pretende substituir o asfalto comum das rodovias do país por painéis solares, para reduzir o uso do petróleo e, ainda, produzir energia limpa
Os raios de Sol que fazem ferver o asfalto das estradas agora podem ter melhor serventia para os motoristas. O Departamento de Transportes dos EUA resolveu investir na criação de painéis solares para substituir a pavimentação das rodovias do país. Além de diminuir o consumo de petróleo, os painéis (de 4m2) concebidos pela empresa Solar Roadways são feitos de material reciclado (vidro, plástico e borracha) e células solares que captam a luz do Sol e a transformam em energia para – literalmente – iluminar a pista. Com luzes de led embutidas (como o protótipo acima), eles vão funcionar como um sistema inteligente para indicar as faixas de sinalização e até alertas sobre o que o motorista deve encontrar à frente – se há obras, curvas acentuadas ou as condições das estradas. “A energia captada fica armazenada por bastante tempo nas células e ajuda a derreter as camadas de neve que se formam sobre as estradas em dias de frio intenso”, afirma Scott Brusaw, criador do projeto. Os painéis ainda estão sendo testados, mas, se tiverem bons resultados, a ideia é substituir todas as vias americanas pelo “asfalto solar”. “Como cada painel produz cerca de 7 kW de energia por hora, se cobrirmos todo o nosso sistema viário, podemos suprir a necessidade energética de todos os Estados Unidos sem depender de outras fontes de energia nem causar impacto no planeta”, diz Brusaw. Sem dúvida, é mesmo um ótimo caminho para seguir.
Fonte: Revista Vida Simples
Família é monitorada para reduzir 85% das emissões de CO2
Dispostos a provar que diminuir o impacto que causamos no planeta é mais do que possível, a família sueca Lindell – composta por um casal e dois filhos – aceitou o desafio de um grupo de empresas da Suécia e se propôs a reduzir em 85% suas emissões de carbono até julho deste ano.
A família se mudou para uma casa na capital do país, em Estocolmo, e está sendo monitorada 24 horas por dia pela Universidade de Tecnologia de Chalmers para provar que, dia a dia, está reduzindo a quantidade de carbono que libera na atmosfera.
A meta dos Lindell é emitir, no máximo, 80 kg de CO2 por semana. Assim, em um ano a família liberaria cerca de 1 tonelada de carbono na atmosfera – o que, segundo as empresas envolvidas na iniciativa, é 85% menos do que uma família de classe média costuma emitir, anualmente.
Para ajudar seus moradores, a casa foi equipada com algumas “facilidades verdes”: na garagem, há um carro elétrico, o telhado possui painéis solares para a produção de energia limpa e as paredes foram isoladas com material especial, para garantir conforto térmico em qualquer época do ano sem o uso de ar condicionado ou aquecedor. Mas, de acordo com os organizadores do projeto, nada disso adianta, se a família não mudar seus hábitos cotidianos.
A ideia é provar que força de vontade é o principal ingrediente para diminuirmos nosso impacto no planeta, mas sem desvalorizar a importância dos produtos verdes – afinal, as empresas envolvidas na iniciativa querem ganhar mais clientes.
No site oficial do projeto, que foi batizado de One Tonne Life, é possível acompanhar as emissões diárias de CO2 da família Lindell e, ainda, calcular o seu próprio impacto no planeta. Por enquanto, eles ainda estão relativamente distantes da meta de 80 kg/semana de CO2 e você?
Por Débora Spitzcovsky (Planeta Sustentável)
Últimas notícias do lixo
Algumas boas, outras nem tanto. As boas primeiro: muitos setores empresariais já estão se mexendo para adaptar-se à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que tem até junho deste ano para estabelecer metas de redução, logística reversa e reciclagem de rejeitos.
Neste mês, fabricantes de latas e a Associação da Cadeia Produtiva do Aço uniram-se para anunciar a instalação de um grande centro de reciclagem de embalagens metálicas na região metropolitana de São Paulo. É uma forma de organizar o setor, já que a reciclagem do material era feita informalmente.
Hoje 47% dessas embalagens são recicladas, mas a meta é aumentar o percentual para 70% em cinco anos. O projeto prevê melhor remuneração aos catadores e cooperativas, além de mais três centros de coleta a serem construídos em São Paulo.
Os fabricantes de embalagens de vidro também estão ativos e acabam de enviar ao Ministério do Meio Ambiente uma proposta de gerenciamento e reciclagem de seus produtos. A ação inclui a criação de uma entidade que administre as relações entre cooperativas de catadores, prefeituras e indústrias para organizar a logística reversa e destinação adequada desse material todo. Lembrando que metais e vidros são 100% recicláveis e voltam a ser embalagens, com a mesma qualidade. Por isso mesmo, o reaproveitamento desse material pode dar um bom lucro à indústria e, por tabela, ao meio ambiente.
Seguem na mesma toada o isopor e o alumínio. A reciclagem do primeiro saltou de 40 mil toneladas/mês, em 2007, para 400 toneladas mensais, em 2010, segundo o próprio setor. Ele é reaproveitado como matéria-prima para produção de plástico. Quanto ao alumínio 92% já é reciclado, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Agora a notícia que desanima: enquanto as empresas se organizam em torno de soluções práticas, as prefeituras brasileiras nem sequer conseguem implementar a coleta seletiva do lixo que colocamos na porta de casa.
E mais uma vez a capital paulista dá o mal exemplo. A Secretaria de Serviços da maior cidade do país informou neste mês que 48% das residências paulistanas (quase metade dos habitantes da metrópole) ainda não dispõem de serviço de coleta seletiva nos seus bairros. Para se ter uma ideia, segundo o próprio secretário, 10 das 17 toneladas de lixo recolhidas por dia em São Paulo é domiciliar.
Lembrando que a mais recente Pesquisa Nacional de Saneamento Básico do IBGE revela que só 994 das 5 564 cidades brasileiras contam com coleta seletiva. A pesquisa diz mais: no Norte e Nordeste ainda reinam os lixões a céu aberto. Preocupante.
Fonte: Planeta Sustentável - Foto: Creative Common
Poluição seria mais prejudicial ao coração que cocaína
A poluição do ar pode provocar mais ataques cardíacos do que o uso de cocaína, segundo descoberta publicada nesta quinta-feira no periódico médico The Lancet. Fatores como stress, uso contínuo de maconha e infecções respiratórias também podem provocar ataques no coração em diferentes graus, mas a poluição do ar, especialmente para aqueles que estão expostos ao tráfego pesado de veículos, é a principal culpada.
Segundo o autor do estudo Tim Nawrot, da Universidade de Hasselt, na Bélgica, os resultados sugerem que problemas como esse, que afetam a vida de toda a população, devem ser levados mais à sério pelas autoridades. “Médicos costumam olhar individualmente para os pacientes. Mas o fato de não apresentarem fatores de risco não exclui a possibilidade de ataque cardíaco. Se esse é um fator prevalente na população, a relevância para a saúde pública é maior”, disse Nawrot.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a poluição do ar é “um sério risco ambiental para a saúde”. Estima-se que, em todo o mundo, ela seja responsável por 2 milhões de mortes prematuras a cada ano.
Para chegar aos resultados, o grupo de Nawrot combinou dados de 36 estudos independentes e calculou o risco relativo de ataques cardíacos a partir de vários fatores diferentes. A pesquisa mostrou que a maior taxa foi encontrada entre as pessoas expostas ao tráfego intenso de veículos, seguida de excesso de exercício físico, bebida alcoólica, café e de fatores como atividade sexual, raiva, uso de cocaína, maconha e problemas respiratórios. Os pesquisadores ressaltaram que fumantes passivos não foram incluídos no estudo.
“Entre os possíveis desencadeadores de ataques no coração, a cocaína é a mais provável para desencadear um evento em um indivíduo. A poluição do ar, porém, apresenta um maior efeito em larga escala, já que mais pessoas estão expostas a ela”, escreveram os pesquisadores.
Crianças - Outro estudo, conduzido por pesquisadores de Taiwan e publicado no periódico Pediatrics, também chama a atenção para os riscos da poluição atmosférica. De acordo com o estudo, pequenas quantidades de poluentes como o ozônio e material particulado (minúsculas partículas de fumaça produzida pelos automóveis) reduzem a capacidade respiratória dos pulmões das crianças.
Segundo a pesquisa, mesmo um pequeno aumento dessas partículas no ar seria suficiente para reduzir em 0,16 litro a capacidade pulmonar de uma criança de 10 anos, cujo pulmão tem capacidade entre dois e três litros.
Fonte: Veja.com
Casca de banana pode despoluir a água
Só na Grande São Paulo, quase quatro toneladas de cascas de banana são desperdiçadas, semanalmente, nos restaurantes. Foi esse dado, divulgado em uma reportagem sobre desperdício de alimentos, que estimulou a doutoranda em química Milena Boniolo a pesquisar uma utilidade para as cascas de banana. E ela encontrou: despoluir a água contaminada por metais pesados.
O processo é simples e funciona graças a um dos princípios básicos da química: o dos opostos que se atraem. Na casca da banana, existe uma grande quantidade de moléculas carregadas negativamente, enquanto os metais pesados são positivamente carregados. Logo, quando colocada na água, a casca da banana atrai para si os metais.
Para que dê conta do recado, no entanto, ela precisa ter suas propriedades potencializadas. Milena Boniolo também descobriu uma “fórmula” bem simples para isso: em uma assadeira, as cascas devem ficar expostas ao sol por cerca de uma semana. Em seguida, elas são trituradas e peneiradas. No fim, é essa “farofa de casca de banana” que será jogada na água para despoluir o recurso.
Segundo a pesquisadora, 5 mg do pó de banana são suficientes para despoluir 100 ml de água. Mas, para alcançar altos níveis de limpeza, é preciso repetir o processo mais de uma vez. Isso porque, em testes de laboratório, a casca de banana conseguiu “chupar”, de primeira, cerca de 65% dos metais pesados que estavam na água.
Fonte: Superinteressante - Foto: Fabio Castelo
O humor que vem do prejuízo das nossas florestas

Atitudes simples que ajudam nosso planeta
Uma contribuição do nosso visitante André Araújo
Energia limpa que vem do cocô
Nem só de sol e vento é possível produzir energia limpa. Até o que você faz no banheiro pode manter a luz acesa ou a casa mais quentinha

DO COCÔ AO CALOR
Mais de 200 casas da cidade de Didcot, no Reino Unido, mantêm seu sistema de calefação funcionando graças ao que vai para a privada. É isso mesmo: todo o cocô dos moradores é direcionado para uma estação de tratamento onde ele é separado e convertido em gás (sem odor, claro!) para poder alimentar os radiadores de calefação instalados nas residências. Utilizar nossos próprios resíduos como combustível não é algo novo, é verdade – há indícios de mais de um século de que chineses e outros povos usavam o “número 2” para produzir energia. Mas o projeto de Didcot (que custou 4 milhões de dólares) é uma prova de que é possível construir um sistema integrado de geração de gás e energia em grande escala através do cocô – uma energia limpa, sim, e totalmente renovável, já que a gente não para nunca de fazer as necessidades fisiológicas, né?!
LUZ NAS PRAÇAS
Uma praça cuja iluminação é toda mantida graças aos detritos que os cães deixam por ali. Projetada pelo designer Matthew Mazzotta e batizada de Park Spark, essa praça existe e fi ca na cidade de Cambridge, nos EUA. Pensando numa forma de dar um fim sustentável aos resíduos animais, Mazzotta desenvolveu um sistema com um grande tambor de ferro onde o cocô dos bichos é jogado e misturado, permitindo que as bactérias possam fazer a decomposição dos resíduos e liberar gás metano. Esse gás, que depois é canalizado, é distribuído por todo o parque, onde é usado para manter a chama dos postes acesas, permitindo que as pessoas possam passear com seus cãezinhos durante a noite em segurança. O projeto foi desenvolvido através do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e a ideia é espalhar parques que tenham a energia gerada pelo cocô da bicharada por todo o país.
TRONO MAIS VERDE
As privadas estão ficando mais sustentáveis. Pudera: para cada descarga, cerca de 20 litros de água vão esgoto abaixo. Pensando nisso, os fabricantes estão criando privadas mais verdes. Conheça abaixo duas tendências que devem estar em breve num banheiro próximo de você.
1. Uma forma de evitar o desperdício é substituir a água pelo fogo. Os novos modelos vão incinerar o xixi e o cocô. Ao apertar a “descarga”, os excrementos são queimados – sem deixar cheiro, claro.
2. Um sistema a vácuo suga os detritos e os jogá no esgoto – praticamente a seco. Por isso, consome apenas 0,8 litro de água a cada uso, 10 vezes menos que um vaso comum. A energia para produzir o vácuo vem de painéis solares.
Muito interessante a iniciativa né pessoal!
Fonte: Vida Simples - Foto: Bruno Algarve
Release do livro de coletânea de cartuns Aquecimento Global em cartuns
A proposta do livro "Aquecimento Global em cartuns" é dar um alerta para a vida, no qual os cartunistas terão o desafio de mostrar o risco que o planeta e a humanidade correm. Desta forma, os autores participantes são convidados a fazer um traçado sobre as consequências do aquecimento global, e assim, despertar a sociedade para a seriedade do problema.
Os cartuns abordam a questão do aquecimento global com bom humor e bastante irreverência que visa expressar, através do humor gráfico, um alerta sobre a importância da preservação ambiental em nosso planeta.
O cartunista Léo Valença desenvolveu o projeto do livro em parceria com o portal Brazil Cartoon, que realizou um processo de seleção de cartunistas, onde foram selecionados 25 trabalhos inscritos para a publicação.
A coletânea visa criar um espaço de divulgação de novos talentos do humor gráfico e desenvolver uma reflexão sobre a questão do aquecimento global.
Cada cartunista selecionado e autor participante da publicação contribui com um cartum que ele desenvolveu sobre o tema. Os autores participantes são: Léo Valença, Leite, Jottas, Da Costa, Jorge Barreto, Alex Larcher, J. Bosco, Waldez Duarte, Alan Souto Maior, José Alves Neto, Casso, Ferreth, Kampos, Lederly Mendonça, Jota A, Lex Franco, Gustavo Oliveira, Bira Dantas, Marcelo Rampazzo, Melo, Marcos Noel, Adriano Louzada, Moises Macedo, Max e Edra.
O livro poderá ser comprado pelo site da editora POD no link abaixo:
A utilização do POD – Print On Demand, impressão sob demanda – é um recurso de alta tecnologia de preservação do planeta, disponível há alguns anos e de eficiência comprovada. O que vem a ser o POD?
Mais do que um recurso tecnológico, em si, o POD é uma ferramenta de administração de recursos: ao invés de produzir estoques de livros impressos, estes são impressos à necessidade em que são requeridos. Dessa forma, evita-se desperdício financeiro e ambiental.
Órgão de saúde animal estudará impacto da carne em mudanças climáticas
PARIS (Reuters) - A Organização Mundial para Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês) estudará o impacto da produção de carnes nas mudanças climáticas, em meio ao debate sobre a contribuição do setor bovino para as emissões de gases-estufa, disse o órgão nesta quinta-feira.
A iniciativa, que será a primeira da OIE sobre uma questão ambiental, ocorre após pedidos de seus países-membros para que o órgão estudasse o assunto que gerou pedidos para um consumo menor de carne.
Estima-se que a produção de carne responda por 18 por cento de todas as emissões de gases-estufa, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, e alguns cientistas citaram o consumo menor do produto como uma maneira de combater as mudanças climáticas.
Uma campanha liderada pelo ex-Beatle Paul McCartney pedindo que as pessoas não comam carne um dia da semana também atraiu atenção ao tema.
Mas o diretor-geral da OIE, Bernard Vallat, alertou contra simplificar o assunto.
"É uma questão que precisa ser estudada com muita distância", afirmou em coletiva de imprensa. "Queremos fazer uma contribuição modesta e independente".
Vallat disse também que as pessoas precisam estar conscientes de que as criações também geram leite e ovos assim como carne e que, então, não poderão ser sacrificadas em uma época de crescente demanda por proteína animal.
"Não há ainda um modelo científico que pode provar que nosso planeta possa seguir sem leite, ovos ou carne."
O estudo provavelmente recomendará novas pesquisas para encontrar formas de limitar os efeitos diretos da pecuária no ambiente, como emissões de metano, afirmou.
(Reportagem de Gus Trompiz)
Emissões da conferência
Os cálculos aventados pelo governo dinamarquês são de que as atividades da COP15 jogarão na atmosfera quase 47 mil toneladas de Dióxido de Carbono (CO2). A estimativa tambem aponta que nove em cada dez quilos do poluente virão das viagens aéreas. Logo, delegações maiores de países distantes devem galgar as primeiras posições em emissões. A brasileira tem mais de 700 pessoas, é a maior presente à conferência. Comparando, a China tem 233 nomes e os Estados Unidos, 195. México e Índia, emergentes como o Brasil, credenciaram 31 e 55 pessoas, respectivamente. A COP15 corre sério risco de afundar em desavenças diplomáticas e manter níveis de poluição sempre indesejáveis, com ou sem aquecimento planetário.
Coprodutos da bioenergia
Lançado há poucos dias, o livro Coprodutos da Cadeia Produtiva da Bioenergia em Minas Gerais reúne experiências coletadas pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Sebrae e institutos Euvaldo Lodi e Pró-Cittá, ligadas ao aproveitamento de resíduos gerados pelo uso crescente de biocombustíveis. Os projetos transformam materiais antes descartados em coprodutos das cadeias do etanol, biodiesel, biogás e carvão vegetal. O estudo também aponta gargalos no setor energético mineiro, trazendo dados para a definição de políticas de investimentos.
Diretor-superintendente do Sebrae em Minas Gerais, Afonso Maria Rocha disse que "no entorno de grandes usinas de álcool e de açúcar existe um universo para a criação de micro e pequenas empresas que podem integrar a cadeia produtiva".
Exemplos de coprodutos
Biodiesel - para cada mil litros de biodiesel produzidos são gerados, aproximadamente, 86,5 quilos de glicerina, que é matéria-prima para fabricação de aditivos, lubrificantes e resinas.
Etanol - para cada mil litros de etanol de caldo de cana são gerados cerca de 13 mil litros de vinhaça e 4.200 quilos de bagaço. A vinhaça é usada para fertirrigação, mas pode ser tratada para produção de energia e fertilizante líquido. O bagaço excedente pode ser aproveitado para produção de energia.
Biogás - é possível usar o biogás gerado nas estações de tratamento de esgoto e aterros sanitários para geração de energia. O esterco de animais também pode ser utilizado para produzir biogás e fertilizante de excelente qualidade.
Carvão vegetal - o líquido pirolenhoso gerado no processo de transformação da madeira em carvão pode ser usado como fertilizante, entre várias aplicações.
![]() Yara Dosso yaradosso@gmail.com
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