O etanol é o preferido do momento em energia renovável, feito principalmente da cana-de-açúcar, pode ser produzido a partir de grãos – como trigo, cevada e milho (caso dos EUA). Até mesmo batatas podem servir de matéria-prima. É possível abastecer os carros com bastante milho saboroso.
Mas o que é muito questionável por diversas pessoas e também pela ONU é que o etanol pode contribuir com o aumento da miséria mundial.
Qual sua opinião sobre esse assunto?
Economizando energia
Quando estamos com grande quantidade na tela do computador de cores claras, próximas ao branco o consumo de energia é cerca de 74 watts, mas quando estamos com a maior quantidade de cores com pigmentos pretos na tela do nosso monitor é consumido em média 59 watts.
Partindo deste princípio, há alguns meses atrás, Mark Ontkush escreveu em seu blog um artigo sobre a economia que poderia ser feita se a página do Google possuísse um fundo preto em vez de branco. Levando em conta a altíssima popularidade do site, seriam economizados, segundo os cálculos de Mark, cerca de 750 megawatts/ano.
Em resposta ao post, o Google criou uma versão toda escura do seu “search engine” chamada Blackle.com, que funciona exatamente igual à versão original mas consome menos energia: http://www.blackle.com/.
Parabéns pra você!
Hoje, 23 de junho, fazem exatos 20 anos que o conceito de aquecimento global fez sua estréia oficial. Aconteceu num discurso do cientista James Hanson, da Nasa, no subcomitê de energia do Senado americano, na época presidido pelo agora ex-senador e cruzado anti-efeito estufa Al Gore. O discurso de Hanson foi importante porque pela primeira vez um cientista ousou dizer, em público, o que seus colegas vinham sussurrando há pelo menos uma década nos corredores da academia da Europa e Estados Unidos.
Olá Pessoal!
Vamos contribuir a favor da Mata Atlântica! Acessem o site http://www.meiaamazonianao.com.br/ e indiquem para seus amigos. Assim estaremos dando nossa colaboração como amigos do Planeta.
Vândalos
Tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que, se aprovado, será um golpe mortal para todas as florestas brasileiras e, em especial, a amazônica. O PL 6424/2005, conhecido com Floresta Zero, reduz a reserva legal da região para 50% e ainda permite compensar, em outros locais, qualquer desmatamento que vá além desse limite.
O Brasil demorou 450 anos para botar no chão praticamente uma floresta inteira, a Mata Atlântica, que se espalhava em 1 milhão de quilômetros quadrados entre o Paraná e o Rio Grande do Norte. Infelizmente, parece que não aprendemos nada dessa lição. A velocidade de destruição da Amazônia é quase dez vezes maior. Em pouco menos de 40 anos, já perdemos para sempre mais de 700 mil quilômetros quadrados de Amazônia – o equivalente a quase três estados de São Paulo. Se o Floresta Zero passar no Congresso, a devastação assumirá um ritmo ainda mais avassalador.
O Floresta Zero incentiva a derrubada da floresta e inocenta milhares de crimes ambientais. A Amazônia ocupa 5% do solo do planeta e abriga a maior biodiversidade do mundo. Somos hoje o quarto maior emissor de gases de efeito estufa do mundo. Cerca de 70% de nossas emissões são decorrentes do desmatamento e das queimadas.
Destruir a Amazônia provoca um grande impacto econômico e social no país. A chuva que é produzida na Amazônia é importante não apenas para a região. Ela ajuda na geração de energia, na produção de alimentos e no abastecimento de água no centro, sul e sudeste brasileiro. Para os mais de 22 milhões de brasileiros que habitam a Amazônia, o desmatamento nunca trouxe desenvolvimento social. Cerca de 85% dos casos de trabalho escravo do país ocorrem nas áreas desmatadas da Amazônia.
Ao invés de aumentar a proteção do meio ambiente e estabelecer metas para a redução do desmatamento, o Congresso Nacional estará dando as costas para a Amazônia e abrindo as portas para mais destruição. A sociedade brasileira exige um ponto final no desmatamento de nossas florestas, em especial a Amazônia. Seja a favor da floresta. Diga não ao PL 6424/2005.
O engenheiro civil Paulo Renato Guimarães, de 51 anos, e o engenheiro agrônomo João Manuel Feijó, de 54 anos, encontraram espaço para inovar. Ao unirem suas habilidades à crescente demanda por produtos sustentáveis, os dois empreendedores criaram um novo produto: o Ecotelhado.
Trata-se de um módulo de concreto leve coberto de vegetação que é colocado por cima dos telhados de casas e edifícios. O novo telhado, que começou a ser comercializado em 2005, funciona como um isolante térmico, retardando o aquecimento dos ambientes durante o dia e conservando a temperatura durante a noite. Além de isolar o calor, o Ecotelhado também absorve cerca de 30% da água da chuva, reduzindo a possibilidade de enchentes nas cidades. Apesar de ser uma empresa nova, a Ecotelhado já está presente em mais de 200 empreendimentos em Porto Alegre.
O novo sistema traz embutido uma espécie de reservatório de água, o que permitirá instalar o telhado em regiões de clima mais seco. A longo prazo, Guimarães acredita que pode ganhar mercado com as mudanças na legislação que regula os empreendimentos em algumas cidades, como Porto Alegre.
Fonte: www.planetasustentavel.com.br
Você sabia?
Cada brasileiro consome, em média, 36,5 kg de carne por ano, ou 100 g por dia. Para produzir 1 kg de carne, são necessários 20 mil litros de água e emitidos 3,7 kg de CO2. Além de fazer bem para a saúde, deixar de comer carne vermelha pelo menos três vezes na semana (40% menos do que o habitual), representa a seguinte economia:
- Uma pessoa/ano: 54 kg a menos de CO2 na atmosfera.
- Se todos os brasileiros aderissem à idéia: 10 milhões de toneladas a menos de CO2
equivalem a 3,5 milhões de carros a menos nas ruas.
Esquema de sempre
O Documento de Origem Florestal (DOF), implementado há pouco mais de um ano, ainda não mostrou a que veio. O mercado ilegal de carvão no Mato Grosso Sul é a prova concreta disso. As carvoarias emitem um documento com quantidades inferiores a que carregam os caminhões e a Polícia Rodoviária Federal, sem equipamento e pessoal suficientes não tem como checar a validade da informação.
Algumas atitudes são essenciais para quem quer agir no presente com os olhos no futuro. Ajudar o Planeta depende de cada um de nós! =)
A Camada de Ozônio e o CFC
Certamente você já ouviu falar da camada de ozônio e da sua destruição. Mas você sabe por que tanta preocupação com ela?
O ozônio é um gás que fica acima da atmosfera, em uma área chamada estratosfera, que forma uma camada que protege a Terra. Ele deixa passar o ar e a luz do sol pro nosso planeta, mas impede que alguns raios nocivos entrem, formando uma barreira natural. Esse raios, chamados ultravioleta, queimam muito a pele e destroem nossas células, causando câncer.
Mas o homem inventou um gás chamado CFC (abreviação de clorofluorcarbono) que tem o poder de destruir a camada de ozônio. E sem a camada, a Terra fica exposta aos raios ultravioleta e muitas pessoas e animais ficam doentes. O CFC é emitido por alguns produtos que quase todos têm em casa, como geladeira, ar condicionado, extintor de fogo e spray tipo aerossol (aquele das latas de desodorante e perfumador de ar). A poluição também destrói o ozônio.
O CFC liberado no ar quando usamos esses produtos sobe até a camada de ozônio e a destrói, formando buracos. O maior buraco atualmente está na Antártida, no pólo sul do planeta, onde vivem os pingüins. O buraco pode aumentar ou diminuir de acordo com a época do ano. Em setembro, ele atinge seu tamanho máximo, chegando a ser maior do que a América do Sul!
Para ajudar a natureza, no entanto você não precisa jogar sua geladeira fora ou parar de usar desodorante. Hoje a indústria fabrica esses produtos com outras substâncias que não prejudicam a camada de ozônio. O importante é dar uma olhada na embalagem se possui um selo escrito "sem CFC". Daí é só usar sem medo.
Outra boa notícia é que, se o homem parar de usar de vez produtos com CFC, com o passar do tempo o buraco de ozônio existente vai se recompor, e estaremos novamente protegidos dos raios ultravioleta. Enquanto isso não ocorre, o ideal é que você se proteja dos ultravioleta para não ter câncer. Use sempre filtro solar e evite ficar no sol nos horários mais quentes, em que ele é mais forte.
Olá Pessoal!
Uma boa notícia! Estive participando de 05 a 07 de junho do X Congresso de Ciências da Comunicação na Região Centro-Oeste – Intercom 2008, em Dourados-MS, concorrendo com trabalhos de conclusão de curso de Jornalismo da região centro-oeste. Para quem não sabe, o Blog Conexão Ambiental é fruto do meu projeto de conclusão de curso de Jornalismo e ganhou o prêmio de 1º lugar desse Congresso na Modalidade Informativo. Em setembro o Blog vai concorrer com trabalhos de todo o Brasil na cidade de Natal.
Obrigada a todos que participam, mostrando que se preocupam com o meio ambiente e sua preservação. Cada um é capaz de fazer a comunicação ambiental e cada gesto nosso a favor da natureza, por mais simples que ele seja, faz toda a diferença!
Pois hoje, não há problema maior, para o meio ambiente que a falta de informação e felizmente o Blog está cumprindo o seu papel educativo. E com a participação de todos atingirá ainda muitas pessoas.
Vale lembrar que o Blog agora é colaborativo, quem quiser compartilhar alguma informação referente ao meio ambiente é só enviar no e-mail disponível abaixo da minha foto.
Vamos juntos lutar por um mundo melhor!!!
Metade de população prefere embalagens recicláveis
Metade dos brasileiros leva em consideração o fato de um produto ter embalagens recicláveis e respeita critérios ambientais e sociais na hora de fazer suas compras. O dado faz parte de uma pesquisa realizada pela organização não-governamental WWF Brasil em parceria com o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) e divulgada dia 05 de junho em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente.
Por outro lado, 31% da população leva em consideração apenas o preço, sobretudo nas classes sociais D e E, onde esse número chega a 46%. Além disso, apenas 6% das pessoas prestam atenção se a marca do produto que levam para casa é ligada a uma empresa que respeita o meio ambiente e questões sociais, como a inclusão.
Outro dado da pesquisa, que analisou as tendências e comportamentos de consumo dos brasileiros é que 54% das pessoas costumam comprar poucos alimentos preparados (como os congelados), embalados ou importados. Pelo contrário, essas pessoas afirmaram que dão preferência aos alimentos crus, orgânicos e produzidos na mesma região onde elas vivem. Entre as classes D e E, o percentual é de 61%.
“Por que isso é importante? Porque um produto congelado e embalado tem um impacto maior na natureza, quanto mais lixo você produz, ou quanto mais energia você gastou para poder congelar aquele produto, naturalmente aquele produto teve um impacto maior”, explica Irineu Tamaio, coordenador do Programa de Educação Ambiental do WWF Brasil.